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N.º Contribuinte da AIREV

Para o visitante deste blog que pediu o n.º fiscal da AIREV aqui o deixo:


A AIREV tem o seguinte NIF: 504 874 683

A instituição com toda a certeza agradece a generosidade.


O regresso do Notícias de Vizela

Polémicas à parte, é bem vindo às bancas o Notícias de Vizela. Trata-se de um histórico local que sem perda de mérito a todos quantos lutaram anos a fio pela criação do Município de Vizela, o Notícias de Vizela foi o elo que manteve a unidade dos vizelenses em tão extensa batalha.


Que sirva a História para ensinar que o papel do Notícias de Vizela e agora também do RVJornal é serem independentes do poder e assumir o papel da voz dos munícipes vizelenses de todos os quadrantes políticos, religiosos e clubísticos.


French set new rail speed record;TGV 574 KM/H April 3rd 2007



Uma infraestrutura como o TGV num país como Portugal não se pode pensar a nível
nacional, mas sim numa escala europeia.

Mapa europeu do TGV

Para quem tiver interesse fica aqui o mapa do TGV na Europa.

http://www.tgv.com/

Alguns preços de Viagens:

Milão-Paris: 35,00€ (viagem à noite)
Paris-Londres (ida e volta): 129,00€

Da falta de "tomates" do Governo à falta de conteúdo em Vizela

Primeiro foi o concurso do TGV a ser adiado para a próxima legislatura, agora foi a vez do novo aeroporto... A estratégia da oposição está a resultar: questionar, questionar e uma vez mais questionar... O Governo está complexado e o nosso país a perder credibilidade no exterior. À Medida que as indecisões se somam Portugal perde acreditação perante os parceiros europeus porque traçou um rumo e uma estratégia que agora fica dependente do resultado das próximas eleições. 


Sócrates perdeu os "tomates"!

A oposição ao contrário do que diz está-se nas "tintas" para o endividamento do país, porque o melhor que fará quando chegar ao poder, se isso acontecer no próximo Outono, é fazer o mesmo, ou pior, fazer qualquer outra coisa porque na verdade o PSD e o CDS/PP (O BE e o PCP não jogam neste campeonato) não têm qualquer estratégia de desenvolvimento nacional. Não têm porque não a explicam e nunca foram capazes de por exemplo em relação ao aeroporto e ao TGV dizer com todas as letras qual a posição que tomam, ou antes qual o seu parecer quanto à real necessidade que o país tem destes equipamentos. O discurso único de que não há dinheiro e por isso não se faz tem um único significado, o de atirar o Governo para um beco, por isso não passa de estratégia política e nada de conteúdo... Todos nós devidamente informados e formados de uma forma ou de outra, mesmo na ausência de estudos profundos, consegue alinhar vantagens e desvantagens em cada um dos projectos, mas a oposição não tem coragem de o fazer... mas devia.

Aqui por Vizela também se afinam motores para a batalha autárquica e para já, infelizmente parece tratar-se mesmo e só uma batalha! Na recente entrevista publicada no RV aos candidatos do BE foram usadas duas páginas para falar de estratégias políticas e de campanha para no final serem formuladas 2 ou 3 perguntas com dificuldades concretas de Vizela e as respostas foram extraordinariamente evasivas... Isso também é estratégia ou de facto falta conteúdo? A ver vamos mais lá para a frente. 


PT/TVI fragilizou Governo

Hoje só se fala em duas coisas, na morte de Michael Jackson e no veto do Governo ao negócio PT/TVI. Quanto ao primeiro tema limito-me a dizer que desaparece um ícone vivo da música que remonta à minha infância.


Em relação ao segundo tema não há dúvida de que é uma grande trapalhada do Governo, mas também uma armadilha "montada" pela oposição. Contrariamente ao dito por Manuela Ferreira Leite, este negócio é do interesse da PT e enquadra-se na sua nova área de negócio que são as plataformas de televisão, daí ser legítmimo o negócio na sua forma de interesse empresarial. No entanto o Governo não teve pulso e dá mais um sinal de que está "atordoado" e à procura de uma recuperação da imagem a pensar nas proximas eleições.

A partir de agora o Governo está debilitado e sem credibilidade o que é de lamentar na estratégia nacional porque o passado deste Governo, com erros é certo, é positivo

Caminho da Fonte de S. Gonçalo revitalizado

Parabéns, há muito que se exigia.

In Rádio Vizela

O Caminho da Fonte de S. Gonçalo está a ser alargado e a primeira fase da obra deverá estar pronta para receber a procissão, este domingo, dia 07.

“Neste momento estamos a fazer o alargamento de algumas partes do Caminho da Fonte de S. Gonçalo e para isso temos que negociar com os proprietários para que nos cedam terrenos”, começou por explicar Paula Lima, do Executivo tagildense, entidade que está a executar a obra.

A responsável anunciou ainda que o histórico penedo de S. Gonçalo, “já se encontra em domínio público, graças à boa vontade do proprietário do terreno ”. A obra de requalificação contemplou ainda a recuperação da fonte de S. Gonçalo. Para já ainda não há um valor final da intervenção mas sabe-se que não ficará por aqui. “Estamos a pensar em adquirir um campo para fazer uma zona de lazer”, explicou a política.

Desemprego no município é o dobro da média nacional

In JN

Não deve haver palavra mais pronunciada nos últimos tempos em Guimarães: desemprego. "A situação está mesmo grave", sintetiza Rui Silva, um dos 12 mil desempregados inscritos no Centro de Em-prego, segundo o IEFP.

No caso de Rui, a realidade tem uma dimensão dupla: no dia em que a fábrica CPM, de Airão S. João, fechou, ao fim de 21 anos, ele e a mulher viram-se sem trabalho. "Temos dois filhos para criar e sem trabalho não é fácil", diz.

As notícias dão conta dos fechos de fábricas, a maioria delas ligadas ao sector têxtil. Nuns casos anunciados, noutros inesperados. Colada ao desemprego, surge a pobreza que afecta muitas famílias do concelho. A tal ponto que a Câmara decidiu adoptar medidas suplementares de apoio - uma decisão que uniu a maioria socialista e a oposição -, como o pagamento de rendas a famílias em dificuldades. As instituições de solidariedade vêem-se também cada vez mais aflitas para fazer frente ao crescente número de famílias a pedirem poio alimentar.

Guimarães é o quinto concelho com o maior número de desempregados - em Abril, estavam inscritos no Centro de Emprego 12099. Mas, face aos restantes municípios - Gaia, que surge em primeiro (22906 desempregados); Lisboa (20 771), Sintra (16406) e Porto (14118), é dos mais pequenos em termos populacionais.

"Algo muito estranho se passa. Estamos muito abaixo da população do Porto e temos quase tantos desempregados. Em termos percentuais, estamos com o dobro da média nacional, o que exige medidas", afirma Carlos Teixeira, presidente da Associação Comercial e Industrial de Guimarães. Essas medidas, adianta, devem passar pela "reconversão da força laboral", que tem escolaridade muito baixa (52% não tem o sexto ano), pelo combate à "concorrência desenfreada do mercado asiático e ao dumping de preços" e por mudanças no sector financeiro. "Quando se trata de empresas têxteis, independentemente de serem grandes, a banca está a aplicar spreads inqualificáveis, na ordem dos 13, 14%, afogando a indústria", alerta o docente da Universidade do Minho. Em sua opinião, o Governo deve garantir que a Caixa Geral de Depósitos adopte regras "mais amigas da indústria" na concessão de crédito.

"Há todo um drama por detrás do desemprego e que é mais grave nos casos de desempregados sem qualquer tipo de protecção", sublinha Francisco Vieira, do Sindicato Têxtil do Minho, que vê na actual situação semelhanças com a que se viveu em 1990, com o avolumar de casos de salários em atraso. "O mais apreensivo é que o discurso de muitos empresários não permite esperar melhoras", adianta.